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09.Dez - O papel de Maria na obra da redenção
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“Deus quis que recebêssemos tudo por Maria” (São Bernardo)

 


 Como poderíamos explicar o cuidado de Deus por nós; Sua Divina Providencia agindo constantemente em nossas vidas? Nos mais singelos detalhes, nos milagres simples do nosso cotidiano, ou ate mesmo nos milagres extraordinários que reascende em nós a fé.


Neste mês de maio a Igreja nos convida a fazer memória a Mãe de Jesus, e podemos perceber na liturgia a ação de um Deus que deseja não somente nos salvar, mas em todos os instantes nos conduzir em um caminho pleno de santificação.


Caminhamos com Jesus no deserto durante a quaresma, subimos com Ele ao Calvário e testemunhamos a Sua Ressurreição, e neste itinerário sempre estava presente caminhando conosco a Virgem Maria.


 


Mas por que chamamos Maria de co-redentora? E mais: por que a chamamos sublimemente de medianeira e bem-aventurada? É preciso, para responder a essa pergunta, entender qual a participação da Santíssima Virgem Maria na vida de Jesus Cristo e da própria humanidade. Tudo começa naquele momento da Anunciação do anjo Gabriel à Virgem Maria: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo” (Lc 1,28). São Tomás de Aquino vê nessa saudação de Gabriel a Maria um gesto de profunda exaltação. Ele explica dizendo que, no Antigo Testamento, os homens costumavam reverenciar os anjos. “Mas um Anjo se inclinar diante de uma criatura humana – observa S. Tomás -, nunca se tinha ouvido dizer antes que o Anjo tivesse saudado à Santíssima Virgem, reverenciando-a e dizendo: Ave”. E completa:


“Não convinha ao Anjo inclinar-se diante do homem, até, o dia em que apareceu urna criatura humana que sobrepujava os Anjos por sua plenitude de graças, por sua familiaridade com Deus e por sua dignidade”.


Observa-se já aqui o grande respeito e reverência que os santos doutores da Igreja cultivam pela Virgem Maria. E, com efeito, a saudação usada pelo anjo Gabriel para exaltar Maria – cheia de graça – é totalmente incompatível com a situação de pecado existente em todos os homens. Santo Agostinho, em seu livro sobre a natureza e a graça, proclama: “Para honrar o Senhor, quando se trata a respeito do pecado, não se faça nunca referência à Virgem Santa. Sabemos que a ela foi dada uma abundância de graças maior, para triunfar completamente do pecado”. E observa: “Ela mereceu conceber Aquele que não foi manchado por nenhuma falta”. Desse modo, enxergamos aqui o primeiro motivo pelo qual se presta uma digna reverência e veneração à Santíssima Virgem: a Sua magnífica santidade. A Igreja incansavelmente proclama, por meio do Seu Sagrado Magistério, que Maria foi preservada de toda mancha do pecado e  permaneceu assim até o fim de sua vida.


 Tudo isso à Virgem Maria foi concedido graças à sua maternidade que viria a dar à luz o Filho de Deus. A humanidade inteira esperava o Messias, aquele que viria libertar o povo de Israel. E isso dependia do sim de Maria. E ela o deu: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra”. A partir desse momento, Nossa Senhora passou a ser a cooperadora direta na obra da redenção, por isso hoje chamamos Maria de nossa Mãe e Co redentora.


Ítalo Breno
Missão Anápolis/GO


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