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22.Jul - Papa pede que prefeitos adotem visão da “periferia ao centro”
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Em discurso aos prefeitos reunidos em Roma, Papa destacou necessidade de trabalhos que comecem pelas periferias e reiterou cuidado com o meio ambiente


 


Papa Francisco


O Papa Francisco falou a prefeitos de várias cidades do mundo reunidos em Roma para discutir o tráfico humano e as mudanças climáticas. No fim da tarde desta terça-feira, 21, ele encerrou o primeiro dia da reunião destacando a necessidade de trabalhos que comecem pelas periferias para que tenham efeitos.


“O trabalho mais sério e mais profundo se faz da periferia até o centro. Se o trabalho não vem das periferias até o centro, não tem efeito”, disse o Papa, lembrando que aí está a responsabilidade dos prefeitos e o motivo pelo qual eles devem participar dos debates promovidos pela Pontifícia Academia das Ciências.


Francisco pôde, mais uma vez, falar ao mundo sobre suas expectativas para que a Comunidade Internacional chegue a um consenso e produza um documento final com propostas concretas ao fim da cúpula sobre o clima, marcada para novembro, em Paris.


“Tenho muita esperança! Todavia, as Nações Unidas precisam se interessar mais fortemente sobre este fenômeno, sobretudo o do tráfico de seres humanos provocado por este fenômeno ambiental, a exploração das pessoas”, esclareceu o Pontífice.


O Papa voltou a confirmar que a encíclica Laudato si não é apenas um documento verde, mas uma “encíclica social”. “Porque dentro do entorno social, da vida social dos homens, não podemos separar o cuidado com o ambiente. Mais ainda, o cuidado do ambiente é uma atitude social, que nos socializa em um sentido ou em outro – cada qual pode colocar o valor que quiser – e, por outro lado, nos faz receber. Gosto da expressão em italiano para o ambiente – creato –, daquilo que nos foi dado como um presente, ou seja, o ambiente”.


Francisco lembrou ainda que o inchaço das grandes cidades é provocado pelas consequências de um modelo de desenvolvimento tecnocrático de exclusão, no qual as pessoas no campo migram aos centro urbanos por não terem mais acesso à terra. Assim, considerou que o crescimento desmesurado das cidades está ligado à maneira como se cuida do ambiente.


“É um fenômeno mundial. As grandes cidades se fazem ainda maiores com também cada vez maiores bolsões de pobreza e miséria onde as pessoas sofrem as consequências das negligências para com o meio ambiente”, conclui Francisco.


 


 


Fonte: Canção Nova


 


 


 


Assessoria de Comunicação 


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