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07.Jul - Se eu Te tocar, eu posso crer...
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                              Se eu Te tocar, eu posso crer...


Tomé foi um dos doze Apóstolos escolhidos por Jesus (Mc 3, 18; Mt 10, 3). No Evangelho de São João encontramos as três passagens mais importantes sobre Tomé.

Na primeira delas, emissários de Lázaro pedem a Jesus, que estava sendo perseguido pelos líderes judeus, que vá curá-lo. Então Tomé diz: “Vamos também nós, para morrermos com ele” (Jo 11,16).

A segunda intervenção se dá durante a Santa Ceia. Jesus falava de sua partida e Tomé questiona: “Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” (Jo 14,5).

E na terceira, Tomé impõe condições para crer na ressurreição de Jesus; “Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei.” (João 20,25).

Depois da morte de Jesus, São Tomé estendeu seu apostolado até a Índia. Lá conquistou muitos seguidores e fundou a Igreja de São Tomé. Historiadores acreditam que o apóstolo foi morto à flechadas. Suas relíquias estão preservadas em Ortona, na Itália. O dia de São Tomé é festejado pelos católicos em 03 de julho.

Tomé é tido como um homem incrédulo, pois, como muitos de nós, quis uma prova ou sinal do poder de Deus. Isso é próprio daqueles colocam a razão à frente de sua fé, querer que tudo seja provado de forma concreta.

Ao confessar a sua dificuldade em acreditar, Tomé nos deixa um grande ensinamento: somente uma profunda experiência com Jesus ressuscitado pode nos curar de nossa incredulidade.


Muito maior que a condição imposta por Tomé de tocar Jesus para crer, era a necessidade de que seu coração fosse tocado por Jesus. Tocar as feridas do Senhor, experimentar todo amor implícito em suas chagas, proporcionou a ele uma experiência ainda não realizada em três anos de convivência. Ao passo que O tocava, também deixava seu coração ser tocado, fazendo memória dos ensinamentos de Jesus, a ponto de reconhecer nAquele que estava diante dele, o próprio Deus a quem não podia ver.

É preciso transcender todo o conhecimento que se tem sobre o Ressuscitado, adentrar em suas chagas, para se sentir parte com Ele. Quando tocamos as feridas de Jesus, e consequentemente, somos tocados por elas, temos nossa razão iluminada pela fé e somos capazes de reconhecê-lo como Deus e Senhor de nossas vidas.

Uma maior intimidade com Deus nos torna “bem-aventurados”, pois nos permite, sem tocá-Lo fisicamente, nem tampouco vê-Lo, sentir que Ele vive dentro de nós, e experimentar em cada irmão, em cada situação do cotidiano, a presença viva de Jesus.

Que São Tomé desperte em nós o desejo de tocar as chagas de Cristo, de adentrar no mistério de Seu amor e, a partir desta experiência, anunciá-Lo com alegria por todo o mundo!

                                                                                   São Tomé rogai por nós!


Claudia Renata Cordeiro CCNA




Fonte: Ana Maria Corrêa

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